Portal Online Multimidia

Bloqueios de caminhoneiros atingem 70 pontos de 11 estados e do DF; PRF negocia liberação

São Paulo – Protestos promovidos por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) contra a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) interditam 70 pontos de 11 Estados e do Distrito Federal na manhã desta segunda-feira (31), de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF). A polícia negocia a liberação de rodovias.

Além das tentativas de negociação, a PRF acionou a Advocacia Geral da União (AGU). O objetivo é obter, na Justiça Federal, mandados proibindo a interdição e, assim, conseguir a liberação das vias.

Até a última atualização, às 12h30 desta segunda (31), restavam 47 pontos de obstrução. Segundo a corporação, policiais atuam em todos os locais de manifestação a fim de “garantir a mobilidade eficiente, a preservação da ordem pública, a segurança viária e o combate ao crime nas rodovias federais brasileiras”.

“Quando surgiram as primeiras interdições, a PRF adotou todas providências para o retorno da normalidade do fluxo, direcionando equipes para os locais e iniciando o processo de negociação para a liberação das rodovias, priorizando o diálogo, para garantir, além do trânsito livre e seguro, o direito de manifestação dos cidadãos, como aconteceu em outros protestos”, disse a PRF.

A Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) divulgou balanço às 9h informando 19 pontos de interdições em rodovias, dos quais seis no Mato Grosso, seis em Santa Catarina, dois no Rio Grande do Sul, dois no Paraná, um em Minas Gerais e um no Rio de Janeiro.

No toal, foram registradas paralisações no Rio Grande no Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Pará, Goiás e no Distrito Federal.

Divergência
Os bloqueios das rodovias não são compactuados por toda a categoria. Marconi França, líder dos caminhoneiros autônomos, classifica as interdições como “tumulto” e “vandalismo”. “Não vai ser meia-dúzia de baderneiros que vai tentar fazer uma paralisação usando o nome dos caminhoneiros. Não é um ato de reivindicação da nossa categoria.”

 

Por R7.COM

 

Opps: Este contéudo não pode ser copiado!

error: Proibido a republicação deste conteúdo