Mundo – Jasmine Mamiya levou um susto ao descobrir que havia desenvolvido um “terceiro seio” cinco dias depois de dar à luz seu segundo bebê. A mulher tinha recebido a visita de uma consultora de lactação, profissional responsável por orientar mães no processo de amamentação, quando fez a descoberta.
A mulher revelou que já tinha experiência na amamentação com o primeiro filho e acreditava que pouco poderia surpreendê-la. Durante a consulta, a consultora começou a falar sobre tecido mamário extra, algo que pode aparecer em diferentes partes do corpo.
Jasmine contou que tinha encontrado um acúmulo na região das axilas, que ficava escura durante a gravidez, igual acontece com os mamilos e aréolas.
A profissional examinou a região e confirmou que tratava-se de um “terceiro seio”. Ainda conforme Jasmine, a consultora contou que “humanos também podem ter mamilos extras, como acontece com outros mamíferos”.
O que é o “terceiro seio”?
Jssmine compartilhou a descoberta nas redes sociais. Apesar de pouco comentada, a condição não é considerada rara. O caso dela está relacionado a uma condição chamada polimastia, caracterizada pela presença de tecido mamário além das duas mamas habituais.
Conforme os especialistas, o tecido extra surge ainda no desenvolvimento embrionário. Nesta fase de formação do embrião, existe uma estrutura chamada linha mamária, que vai da axila até a região inguinal.
Nos casos comuns, esta linha regride e fica apenas o tecido mamário no toráx. Porém, se a regressão for incompleta, pode aparecer o tecido mamário em outras regiões.
O tecido mamário extra responde aos mesmos estímulos hormonais que as mamas habituais durante a gravidez. No entanto, na maioria das vezes a mama acessória não possui ductos e saída adequada.
A polimastia é considerada um quadro benigno na maiora das vezes. embora possa causar incômodo. O tratamento definitivo é cirúrgico, mas costuma ser indicado apenas após o período gestacional.
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