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Justiça decreta prisão preventiva de grávida investigada por envolvimento na m0rte de policial em Manaus; suspeita está foragida

Manaus (AM) – A Justiça do Amazonas decretou a prisão preventiva de uma mulher grávida investigada por suposto envolvimento na ocorrência que resultou na morte do investigador da Polícia Civil Luciano Carvalho de Sena, durante uma operação de combate ao tráfico de drogas na capital amazonense. A decisão revogou a prisão domiciliar que havia sido concedida anteriormente em razão da gestação.

De acordo com a decisão judicial, a investigada deverá cumprir prisão em regime fechado. No entanto, ela não foi localizada pelas autoridades após a expedição do mandado e, por isso, é considerada foragida. As forças de segurança realizam diligências para tentar encontrá-la.

O caso está relacionado à operação realizada na última sexta-feira (24), no bairro Alvorada, Zona Centro-Oeste de Manaus. Durante a ação, o investigador Luciano Carvalho de Sena foi atingido por disparos e morreu. Na mesma ocorrência, a polícia apreendeu cerca de 862 quilos de maconha e mais de 11 quilos de cocaína, além de outros materiais utilizados pelo grupo criminoso investigado.

O Ministério Público do Amazonas recorreu da decisão que havia concedido prisão domiciliar à suspeita, alegando a gravidade dos fatos, a quantidade de drogas apreendida e os indícios de participação em organização criminosa. O pedido foi acolhido pelo Tribunal de Justiça do Amazonas, que restabeleceu a prisão preventiva.

As investigações seguem em andamento para identificar todos os envolvidos na ação criminosa e esclarecer as circunstâncias da morte do policial civil. Outros suspeitos já foram presos, enquanto alguns investigados continuam sendo procurados pelas autoridades

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