R$ 20 milhões é o valor da indenização por danos morais coletivos pedida pelo MPF em ação contra o Conselho Federal de Medicina (CFM) e o Conselho Regional de Medicina do Amazonas (Cremam).
O órgão quer que as entidades reconheçam formalmente a violência obstétrica e reforcem a apuração das denúncias.

O MPF afirma que a DPE-AM registrou 324 denúncias de violência obstétrica em Manaus entre 2019 e 2023. Em seis anos, porém, o Cremam puniu apenas oito médicos.
A ação relata procedimentos sem consentimento, cortes sem anestesia e omissões ligadas a mortes fetais e sequelas. Mulheres indígenas estão entre as vítimas.


