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Givancir Oliveira dá prazo às empresas e confirma greve dos rodoviários em Manaus para segunda-feira (9)

Givancir Oliveira dá prazo às empresas e confirma greve dos rodoviários em Manaus para segunda-feira (9)

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Manaus, Givancir Oliveira, anunciou nesta sexta-feira (6) que a categoria aprovou greve do transporte coletivo e deu às empresas até este sábado (7) para quitar integralmente os salários e benefícios dos trabalhadores.

O anúncio foi feito durante coletiva de imprensa realizada na sede do sindicato, após deliberação da categoria, que decidiu aprovar a paralisação diante da falta de previsão para o pagamento dos salários e benefícios trabalhistas, como cesta básica, vale-lanche e ticket alimentação.

Caso os pagamentos não sejam regularizados dentro do prazo estabelecido, cerca de 70% da frota do transporte coletivo poderá deixar de circular a partir da madrugada de segunda-feira (9), afetando milhares de passageiros em Manaus.

Para Givancir, a decisão da categoria reflete o esgotamento diante dos sucessivos atrasos salariais e do descumprimento das obrigações trabalhistas.

“Se o pagamento dos salários não for efetuado integralmente hoje ou amanhã, o transporte rodoviário de Manaus paralisará completamente na próxima segunda-feira, dia 9”, afirmou.

O presidente ressaltou que a greve foi aprovada somente após tentativas de diálogo com as empresas e reforçou que o movimento tem como único objetivo assegurar o cumprimento dos direitos dos trabalhadores.

Durante a coletiva, Givancir também rebateu críticas de que a mobilização teria motivação política. “Estamos lutando exclusivamente pelos direitos dos trabalhadores. Não aceitaremos novos atrasos. A categoria está unida e pronta para a mobilização se as obrigações patronais não forem cumpridas.”

Givancir reforçou que a categoria permanece mobilizada, mas ainda aguarda que as empresas regularizem o pagamento dos salários e benefícios dentro do prazo estabelecido. Segundo ele, a expectativa é que o impasse seja resolvido antes da paralisação, garantindo os direitos dos trabalhadores e evitando impactos à população que depende diariamente do transporte coletivo.

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