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Aos 92 anos, torcedora do Flamengo promete fazer a festa na Arena da Amazônia

Um dos maiores clubes do planeta, capaz de mobilizar multidões e sensibilizar até os seus maiores rivais. O Clube de Regatas Flamengo se tornou um dos maiores símbolos de paixão nacional. Não por acaso é o clube com a maior torcida Brasil afora e que mexe com os sentimentos dos seus adeptos como ninguém.

Recordista de público ano após ano, o clube vê na torcida magnética apaixonada o seu maior ativo e patrimônio, um ‘12º segundo jogador’ que ama o clube independente da circunstância em que esteja e que estará sempre lá pronto para jogar junto. Em qualquer estado da nação que vá, jogará em casa tamanho o gigantismo da instituição. E aqui no Amazonas não será diferente: terá o apoio incondicional de quem o ama.

O Flamengo entra em campo nesta quarta-feira (17), para o primeiro jogo oficial da temporada. O Rubro-Negro vai encarar o Audax-RJ pela primeira rodada do Campeonato Carioca – 2024. E o palco escolhido foi a Arena da Amazônia, caminho do clube, que seguirá caminho após o jogo para uma pré-temporada nos Estados Unidos, onde fará amistosos contra amistosos contra Philadelphia Union e Orlando City.

Mas voltando ao nosso contexto amazonense, o público não será problema, mais de 43 mil ingressos foram vendidos para a partida e o torcedor apaixonado promete fazer uma festa antológica na Arena da Amazônia. Entre esse ‘mundo’ de torcedores flamenguistas, uma adepta especial viverá mais um capítulo de amor ao clube.

Zenith de Azevedo Ferreira, 92 anos, fanática pelo Rubro-Negro carioca estará presente na Arena da Amazônia e será uma das vozes que deseja empurrar o clube para uma vitória na estreia oficial nesta temporada.

“Desde o dia que eu soube que ele (Flamengo) vinha, eu falei que ia ao jogo. Eu digo: ‘já estou lá’. O Flamengo é o Flamengo, com chuva, sem chuva, com sol, sem sol, já vi o Flamengo de todo jeito. Eu vou! Vou estar com a minha cervejinha lá, tomando todas, cada gol, um flash”, comentou.

Amor de longa data

Natural de Óbidos, no Pará, dona Zeni – como carinhosamente gosta de ser chamada – disse que se apaixonou pelo Flamengo ao vê-lo nas páginas de revistas. Ela revelou ainda um segundo amor arrebatador, mas por uma escola de samba.

“Desde que eu me entendi por gente, lendo aquelas revistas ‘O Cruzeiro’ que chegavam na minha cidade, eu me apaixonava. Me apaixonei pelo Rio de Janeiro, e aí eu conheci o Flamengo e a Portela. Não tinha televisão naquela época, então eu ficava esperando as revistas chegarem, eu ficava doidinha. Eu dizia: ‘ainda vou nesse Rio de Janeiro conhecer este Flamengo de perto’. Em 1975, eu fui para o Rio e me apaixonei de vez pelo Flamengo e pela Portela, quando eu vejo aquela águia entrar na avenida, me arrepio inteira”, disse a dona Zeni, que prosseguiu:
“Todo ano eu dou um jeito de ir ao Rio de Janeiro para assistir um jogo do Flamengo. Esse ano eu não vou, mas tive sorte, ele vem jogar aqui. Sou doente pelo Flamengo! Faço 93 anos no mês de fevereiro, não tenho medo da multidão, boto a minha cerveja do lado e o resto pode vir que eu enfrento”, finalizou em tom bem humorado.

Entre os risos espontâneos e a alegria de mais uma vez poder ver o time de perto, dona Zeni representa a torcida mais pura e fiel do Flamengo. E que apesar do distanciamento geográfico, não perde nem por um segundo, a paixão de ser Rubro-Negra.

 

 

*Com informações e fonte site ACRITICA

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