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Chicória, pré-candidato em Caapiranga é investigado pelo MP-AM por suspeitas de crimes

O homem que se identifica como sendo empresário, chamado Francisco de Souza Oliveira, mais conhecido em Caapiranga como “Chicória”, deve ser investigado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), por crimes de abuso de poder econômico e campanha eleitoral antecipada, ao visitar comunidades rurais em Caapiranga no interior do Amazonas.

Chicória que é natural de Manacapuru, foi candidato à vereador no município de Caapiranga nas Eleições 2020 pelo Partido Republicano Da Ordem Social (PROS), conseguindo apenas 162 votos ficando com a suplência.

Agora Chicória que é pré-candidato à prefeitura de Caapiranga, vem utilizando a estrutura de funcionários ligados a vereadores de Manacapuru para criar um palanque político, onde tentar se beneficiar e largar na frente nas eleições de 2024, o que é vedado pela Lei.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estabelece que as campanhas eleitorais só podem ser iniciadas a partir de um determinado período antes das eleições, com o intuito de preservar a igualdade de oportunidades entre os candidatos.

Justiça

Francisco de Souza Oliveira, mais conhecido em Caapiranga como “Chicória”, afirma ser empresário dono de um posto de combustíveis na cidade entre outros empreendimentos, mas quando buscamos informações sobre sua prestação de contas, não aparece nada na Justiça Eleitoral.

Chicória que é investigado pela Polícia Civil do Amazonas por transporte ilegal de madeira, após o motorista de identificado como José Raimundo da Silva Ferreira Junior, de 24 anos, foi flagrado transportando de forma ilegal cerca de 6 metros cúbicos de madeira do tipo azimbre, na comunidade São Domingos, zona rural da cidade de Novo Airão.

Ao ser preso por policiais militares durante uma operação, José Raimundo Junior não apresentou o Documento de Origem Florestal (DOF) da madeira, e informou a Polícia ter sido contratado por Chicória para realizar o transporte da madeira, recebendo uma quantia de R$ 700 pelo serviço.

  

O caminhão apreendido na operação está registrado em nome de Francisco de Souza Oliveira, o Chicória, que ainda possui uma serraria e olaria, que deverão ter seus Alvarás e Licença de Operação canceladas, caso Chicória seja condenado por crime ambiental.

   

O pré-candidato está sendo investigado pela Polícia Civil à pedido do Ministério Público do Amazonas (MP-AM), por crimes como falsificação de documentos, transporte ilegal de madeira sem licença e crimes contra o meio ambiente.

 

 

 

*Com informações OABUTRE

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