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Chororô de Simão Peixoto não convence juiz que negou pedido de suspensão dos trabalhos de cassação da Câmara de Borba

O prefeito afastado de Borba, Simão Peixoto, de tudo tem feito para salvar o mandato que ainda se encontra seguro por um fio podre que a qualquer momento pode ser rompido não só pelas regras da natureza mas, sobretudo, pela força da razão.

A última investida foi tentar barrar o prosseguimento dos trabalhos da comissão processante da Câmara Municipal de Borba constituída para tirar o mandato de prefeito do dito cujo.

Por meio de um pedido de liminar Simão Peixoto usou de todas os ardis para alcançar seus objetivos, mas de nada adiantou o chororô.

Depois de alegar cerceamento da ampla defesa, o prefeito afastado, em tom de claro desespero, sustenta que a presidente da comissão, vereadora Tatiana Franco dos Santos, não poderia sequer ter participado da votação acerca do recebimento da denúncia.

Conforme asseverou, ambos são inimigos políticos e que não haveria imparcialidade estaria afastada do julgamento e que, por via de consequência, macularia o devido processo legal

O juiz Laossy Amorim Marquezini, entretanto, foi enfático ao indeferir o pedido de Simão Peixoto.

Segundo ele, o processo de cassação é político-administrativo, de competência exclusiva do Plenário da Câmara, não competindo ao Poder Judiciário, em respeito ao princípio constitucional da Separação dos Poderes e da própria competência reservada à referida Casa, para julgar a infração político administrativa, determinar a suspensão do procedimento durante a tramitação de eventuais processos judiciais.

Confira Decisão

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Fonte: FATO AMAZONICO

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