MANAUS – Procurada pela Polícia Civil do Amazonas, Meirilany Silva da Silva, de 21 anos, se apresentou na manhã desta terça-feira (28) no 19º Distrito Integrado de Polícia, na zona oeste de Manaus. Ela era procurada desde domingo (26) quando a Justiça revogou a prisão domiciliar que lhe havia sido concedida por estar grávida.

Após se entregar, ela foi levada em uma viatura para fazer exame de corpo de delito e, depois, será conduzida para a unidade prisional.
Meirilany foi presa em flagrante em operação sobre a morte do investigador Luciano Carvalho de Sena, na última sexta-feira (24), no bairro Alvorada, zona oeste da capital.
Na audiência de custódia, a prisão preventiva foi substituída por domiciliar devido à gravidez da investigada. O Ministério Público do Amazonas recorreu e argumentou que a gravidade do caso, envolvendo grande quantidade de drogas e a morte de um policial, afastava esse benefício.
O Tribunal de Justiça do Amazonas acolheu o recurso, restabeleceu a prisão preventiva e entendeu que a gravidez, sem comprovação de risco por laudos médicos, não justifica automaticamente a prisão domiciliar diante dos indícios de alta periculosidade.
Meirilany é irmã de Mayara Silva da Silva, esposa do traficante Rafael Pereira Freitas, que matou o investigador Luciano durante uma entrega de drogas e uma abordagem policial. Mayara e Rafael fugiram. Ele foi morto em confronto com policiais civis em Itacoatiara (distante 269 km de Manaus), na madrugada de sábado (25).
Mayara, que estava com Rafael no momento da morte do investigador, também está presa.
*Com informações do portal Amazonas Atual


