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Pai é preso após conf3ssar ter m4tado as f1lhas, de 3 e 5 anos, no Dia dos Pais, por ving4nça contra a ex-m#lher

Breno de Souza Castro foi preso após confessar a morte das duas filhas, Laís, de 5 anos, e Isis, de 3, no domingo (9), Dia dos Pais, em São Paulo. Segundo informações da polícia, o crime teria sido cometido durante uma visita às crianças, sob o pretexto de levá-las a um museu.

De acordo com as investigações, Breno não aceitava o fim do relacionamento com Jennifer dos Santos, mãe das meninas, e teria cometido o crime como forma de vingança contra a ex-companheira.

No sábado (8), Jennifer entregou as filhas à ex-sogra, que costumava ficar com as netas nos fins de semana. A entrega era feita em um ponto intermediário justamente para evitar encontros entre Jennifer e Breno. O homem morava no andar de cima da residência da mãe.

No domingo, Jennifer publicou uma foto com amigas nas redes sociais e recebeu uma mensagem ameaçadora de Breno. Segundo o relato, ele afirmou que aquela seria a última vez que ela veria as filhas.

Naquele mesmo dia, Breno disse que levaria as crianças ao museu. Após perceber a demora no retorno, um familiar entrou em contato com ele para saber onde estavam as meninas. O homem teria respondido que ninguém mais veria as crianças e afirmou que iria matá-las e, posteriormente, tirar a própria vida.

Diante das ameaças, Jennifer retornou à casa da ex-sogra e passou a noite acompanhada de familiares, enquanto buscas eram realizadas para localizar Breno e as duas meninas.

Os policiais foram até um endereço indicado pelo suspeito e encontraram os corpos das crianças dentro de um carro, na Rua Luiz Supertti, no bairro Jardim Guanabara, na Zona Sul de São Paulo.

Horas depois, Breno compareceu a uma delegacia e confessou o crime. Ele foi preso em flagrante por duplo homicídio.

A principal hipótese investigada pela polícia é de que as crianças tenham sido mortas por asfixia. A causa das mortes deverá ser confirmada pelos exames realizados pelo Instituto Médico Legal (IML).

O caso segue sob investigação, e o suspeito permanece sob custódia à disposição da Justiça.

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